Inteligência e Testes de QI
     
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The Outsiders PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Grady Towers   
Terça, 20 Janeiro 2009 22:26

His name was William James Sidis, and his IQ was estimated at between 250 and 300 [8, p. 283]. At eighteen months he could read The New York Times, at two he taught himself Latin, at three he learned Greek. By the time he was an adult he could speak more than forty languages and dialects. He gained entrance to Harvard at eleven, and gave a lecture on four-dimensional bodies to the Harvard Mathematical Club his first year. He graduated cum laude at sixteen, and became the youngest professor in history. He deduced the possibility of black holes more than twenty years before Subrahmanyan Chandrasekhar published An Introduction to the Study of Stellar Structure. His life held possibilities for achievement that few people can imagine. Of all the prodigies for which there are records, his was probably the most powerful intellect of all. And yet it all came to nothing. He soon gave up his position as a professor, and for the rest of his life wandered from one menial job to another. His experiences as a child prodigy had proven so painful that he decided for the rest of his life to shun public exposure at all costs. Henceforth, he denied his gifts, refused to think about mathematics, and above all refused to perform as he had been made to do as a child. Instead, he devoted his intellect almost exclusively to the collection of streetcar transfers, and to the study of the history of his native Boston. He worked hard at becoming a normal human being, but never entirely succeeded. He found the concept of beauty, for example, to be completely incomprehensible, and the idea of sex repelled him. At fifteen he took a vow of celibacy, which he apparently kept for the remainder of his life, dying a virgin at the age of 46. He wore a vest summer and winter, and never learned to bathe regularly.

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Intelligence Tests PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por T. Ernest Newland   
Terça, 20 Janeiro 2009 20:18

Many uses are made of intelligence tests. Students are given them periodically in school. Everyone who serves in the armed forces takes at least one such test. Many large businesses also give them to job applicants. In each case there is one objective--to find out how well a person is able to learn.  There are two general types of intelligence tests: individual and group. The first is given to one person at a time. The second type is administered to a number of people at the same time.

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Testes de Inteligência PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Carlos Simões   
Terça, 20 Janeiro 2009 16:00

Testes que tentam medir a capacidade intelectual inata, em vez da capacidade adquirida. Presentemente pensa-se que a capacidade de uma criança num teste de inteligência pode ser afectada pelo seu meio ambiente, fundamentos culturais e ensino. Existe um cepticismo acerca dos testes de inteligência, mas eles continuam a ser amplamente seguidos como meio de diagnóstico quando as crianças apresentam dificuldades de aprendizagem. Os testes de inteligência «Sight and sound», desenvolvidos por Christopher Brand em 1981, evitam desequilíbrios culturais e o perigo do seu agravamento através de práticas clínicas. Nos testes de vista, são mostradas séries de linhas aos examinandos, as quais são projectadas num ecrã a uma velocidade progressivamente maior, sendo-lhes pedido que identifiquem, em cada caso, a mais curta de cada duas. Nos testes de som, são transmitidas duas notas em auscultadores e pede-se aos examinandos que digam qual é a mais aguda. Existe uma relação estreita entre estes resultados e outros registos de testes de inteligência. Entre os pesquisadores nesta área incluem-se Francis Galton, Alfred Binet (1857-1911), Cyril Burt e Hans Jurgen Eysenck. Binet criou o primeiro teste de inteligência em 1905. Os testes de inteligência foram utilizados pela primeira vez em larga escala na Primeira Guerra Mundial, em 1917, em dois milhões de homens destacados nos Estados Unidos da América. Muitos psicólogos admitem presentemente uma definição de inteligência muito mais vasta, incluindo capacidades relativas a espaço e a resolução de problemas, as quais se procura muitas vezes encontrar na vida adulta mas que não são medidas pelos testes de inteligência convencionais.

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