Inteligência e Testes de QI
     
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Da identificação às respostas educativas para alunos sobredotados PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Miranda, Lúcia do Rosário Cerqueira de   
Terça, 09 Março 2010 12:32

Entre as medidas educativas para os alunos com características de sobredotação encontram-se os programas de enriquecimento. Podendo estes programas ocorrer fora do espaço escolar, Renzulli (1977; Renzulli & Reis, 1985) propõe que uma das formas de escola atender a estes alunos passa pela implementação dos mesmos programas nos tempos e espaços escolares. Segundo estes autores, os programas de enriquecimento devem ser vistos numa sequência de maior exigência e selecção dos alunos de forma a evitar os falsos positivos e os falsos negativos no momento da identificação e do encaminhamento destes alunos para níveis sucessivos de complexidade de actividades. Assim, um primeiro nível, o programa pode generalizar-se a toda a população discente visando a descoberta de interesses e motivações para certos temas. Um segundo nível poderá dirigir-se a 15 a 20% dos alunos mais capazes, no sentido de com eles se trabalhar processos cognitivos e métodos de resolução de problemas. Finalmente, um terceiro nível do programa, atende-se entre 3 a 5% dos alunos, aproximando-nos já da taxa de alunos sobredotados considerada internacionalmente. Com este enquadramento teórico, avançamos na concepção do programa Odisseia destinado a alunos do 2º Ciclo do Ensino Básico. Um primeiro nível (Odisseia 5/I) (n=135) foi aplicado a todos os alunos que, na altura, frequentavam a escola em questão e o programa proporcionou aos alunos o contacto com diversos temas e assuntos de forma a estimular e a motivar os alunos para as fases seguintes do programa. Na segunda fase deste programa tomou-se uma subamostra desses alunos (n=68) considerando-se aqui os critérios de pontuação no percentil 75 nas provas de criatividade, aptidão e motivação, ou, ainda, a avaliação do rendimento escolar pelos professores e a motivação dos próprios alunos. O programa Odisseia 6/II promoveu competências de resolução de problemas criativos, de desenvolvimento de estudos de investigação e de relacionamento interpessoal, para numa fase seguinte, os que apresentavam alta capacidade, criatividade e motivação pudessem participar no Programa Odisseia 6/III (n=9). Este último nível estruturou-se na base do desenvolvimento de projectos de investigação na área de interesse de cada aluno. A avaliação do programa considerou variáveis cognitivas (criatividade e aptidão), variáveis motivacionais (metas académicas) e o rendimento escolar, comparando alunos com e sem programa, e dentro dos alunos com programa o grau de aprofundamento decorrente do nível do programa em que participaram. Ao mesmo tempo, considerou-se as percepções dos professores e directores da Escola. Os resultados obtidos parecem contrastar a informação recolhida pelos métodos qualitativas face aos quantitativos havendo sinais de claro aproveitamento por parte dos alunos, professores e directores, ainda que nem sempre reflectido em mudanças nos desempenhos dos alunos nos testes formais usados na avaliação. Mesmo assim, as análises apontaram para ganhos dos alunos ao nível do raciocínio abstracto, da fluência e elaboração verbal, da fluência, elaboração e originalidade figurativa, e, ainda, apesar dos resultados não assumirem valores estatisticamente significativos, nas metas de aprendizagem e no rendimento escolar face aos alunos do grupo de comparação. Pelo envolvimento conseguido por parte dos professores e dos directores da escola, bem como pela fácil adesão dos alunos às actividades propostas do programa, o programa de enriquecimento escolar Odisseia justificará o aparecimento de outros programas com características e objectivos similares para atendimento dos alunos mais capazes em contexto escolar, assegurando a igualdade de oportunidades educativas no quadro de uma escola que se pretende inclusiva.

Fonte: Tese de Doutoramento em Psicologia - Ramo do Conhecimento em Psicologia da Educação, http://hdl.handle.net/1822/8943

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Teste das Matrizes Progressivas Coloridas de Raven: Estudos psicométricos e normativos com crianças dos 4 aos 6 anos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Sílvia Manuela dos Reis Brites   
Terça, 09 Março 2010 11:58

A Inteligência inclui a capacidade mental de raciocinar, resolver problemas, planear, compreender ideias e aprender, sendo tradicionalmente examinada por instrumentos de avaliação fundamentados do ponto de vista teórico, psicométrico e normativo. O incremento de instrumentos disponíveis que possibilitem precocemente, em idades pré-escolares, a avaliação da inteligência corresponde no nosso país a uma necessidade sentida pelos profissionais. O teste das Matrizes Progressivas Coloridas de Raven (MPCR; Raven, 1947; Simões, 2000) é um dos instrumentos de avaliação da inteligência não verbal mais utilizados neste contexto. Porém, em Portugal não existem estudos publicados com esta prova em idade pré-escolar. Na presente investigação foi observada uma amostra de 210 crianças, de ambos os sexos, com desempenho escolar normal e frequência do pré-escolar e primeiro ciclo, oriundas de 8 agrupamentos de escolas do Distrito de Leiria, maioritariamente provenientes de escolas públicas, com o objectivo de estudar as características psicométricas e obter dados normativos numa faixa etária entre os 4 anos e 0 meses e os 6 anos e 11 meses. Para efeitos de estratificação da amostra consideraram-se adicionalmente as percentagens nacionais relativas às áreas de residência (urbana/rural). Os estudos psicométricos incluíram o exame da precisão: (i) a estabilidade temporal testereteste com um intervalo de 3 semanas (r = .75); e (ii) a análise da consistência interna (alfa de Cronbach = .73). Os estudos de validade com o teste das MPCR foram realizados com base numa amostra de 25 crianças e no recurso a 2 subtestes da WPPSI-R (Quadrados e Vocabulário) (Wechsler, 2003), ao teste do Desenho da Figura Humana (DAP; Naglieri, 1988) e ao Rivermead Behavioural Memory Test for Children (RBMT-C; Wilson, Ivani-Chalian & Aldrich, 1991). As correlações mais elevadas foram observadas entre pontuações nas MPCR e os subtestes de Vocabulário (r = .65) e Quadrados (r = .56) da WPPSI-R, tendo sido obtidas correlações relativamente baixas com as pontuações no RBMT-C (r = .39) e DAP (r = .20). Do ponto de vista normativo e de acordo com o esperado é observado um incremento sistemático e progressivo dos resultados com a idade. Considerados globalmente, os resultados da presente investigação apontam para valores de precisão e validade aceitáveis, sugerindo que o teste das MPCR pode ser utilizado com utilidade nestas faixas etárias.

Fonte: Tese de Mestrado em Psicologia, área de especialização em Avaliação Psicológica apresentada à Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, http://hdl.handle.net/10316/12161

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Superdotação : estudo comparativo da avaliação dos processos cognitivos através de testes psicológicos e indicadores neurofisiológicos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Simonetti, Dora Cortat   
Terça, 09 Março 2010 11:43

Estudando superdotação, e concebendo esta como associada a um alto nível de inteligência, o interesse potencial da nossa investigação foi ponderar os contributos das ciências neurais na identificação e descrição da superdotação. Partimos do objetivo de investigar a realização de tarefas cognitivas verbais e espaciais por adolescentes avaliados como superdotados através de testes de QI utilizando, como sinal psicofisiológico, a atividade cerebral e como técnica, o eletroencefalograma quantitativo com mapeamento cerebral. Objetivamos verificar se a representação neurológica se diferencia em adolescentes: superdotados e não superdotados. Uma atenção especial foi prestada à caracterização dos 77 participantes, na faixa de 11 a 14 anos, alunos de programas de atendimento a talentosos (Vitória, Espírito Santo, Brasil). Todos foram submetidos à avaliação psicométrica, escala WISC-III e, considerando critérios psicológicos, foram selecionados 15 sujeitos para o exame eletroencefalográfico, distribuídos em dois grupos: experimental, com QI igual ou superior a 130; e de comparação, com QI acima de 100 e não superior a 120. O registro eletroencefalográfico ocorreu ao mesmo tempo em que esses alunos realizavam tarefas cognitivas verbais e espaciais. Foi também dada particular atenção aos instrumentos e procedimentos a respeitar na avaliação das funções cognitivas, quer na base da psicometria, quer na base da neuropsicologia. Os resultados podem ser assim sumarizados: no grupo dos superdotados foi contínua a predominância de alfa, percentil frequencial sempre superior, alta amplitude, na realização de ambas as tarefas, o que não observamos no grupo comparação. A localização das ondas cerebrais se deu, predominantemente, nas áreas occipital, pré-frontal e frontal, com dominância do hemisfério esquerdo para os dois grupos. Os resultados confirmam as hipóteses de que existe uma relação entre o quociente intelectual, a frequência e a amplitude das ondas alfa durante a resolução das tarefas e que o EEGQ dos superdotados mostrou alto poder de alfa (menos atividade mental), não observado no grupo comparação. A importância atual da convergência de modelos no estudo da superdotação, dada a sua complexidade, merece ser destacada, ainda que o nosso esforço neste estudo se tenha confinado à psicometria e à neurofisiologia.

Fonte: Tese de doutoramento em Educação (ramo de conhecimento em Psicologia da Educação), http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/9218

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Inteligência geral e conhecimento específico no Futebol PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Costa, João Carlos Viana Cunha   
Terça, 09 Março 2010 10:59

A investigação actual vem realçando a importância dos processos cognitivos nas acções realizadas no âmbito dos Jogos Desportivos Colectivos, em virtude das características complexas da sua intervenção. Entre os requisitos considerados fundamentais, o conhecimento específico da modalidade parece possuir um peso importante na performance desportiva. Contudo, a existência dum elevado nível de conhecimento poderá não garantir uma elevada prestação, se os caminhos de circulação de informação não estiverem optimizados e se o jogador não for capaz de adaptar e reordenar a sua intervenção em cada momento de jogo.No âmbito da avaliação do conhecimento específico em Jogos Desportivos Colectivos, os protocolos têm privilegiado, simultaneamente, a análise da prontidão e da qualidade da resposta, através de inquéritos de resposta múltipla.No presente estudo pretende-se analisar e comparar a forma como a inteligência geral dos jogadores de Futebol e o seu conhecimento específico do jogo se relacionam.

Mais especificamente, pretende-se: avaliar e comparar a Inteligência geral e o conhecimento específico do jogo em jovens praticantes de Futebol segundo os respectivos estatutos posicionais e nível competitivo; e contrastar a percepção do treinador, face à capacidade de decisão e ao conhecimento específico do jogo dos seus jogadores, com os resultados obtidos pelos seus jogadores nos testes de inteligência geral e do conhecimento específico do jogo.Para tal, foram utilizados o teste de atenção de Toulouse-Piéron, o teste das figuras Idênticas de Thurstone e as Matrizes Progressivas de Raven, para avaliar os processos cognitivos gerais dos jovens Futebolistas, bem como o protocolo de avaliação do conhecimento específico do jogo construído por Mangas (1999) e aperfeiçoado por Correia (2000). Estes instrumentos foram aplicados a uma amostra de 44 praticantes federados de futebol de diferentes níveis competitivos, com uma média de idades de 16.00±0.53 para o grupo de nível competitivo ...

Fonte: Dissertação de Mestrado em Ciência do Desporto, área de especialização em Desporto para Crianças e Jovens, apresentada à Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Porto: http://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/9930

 
Contribuciones del factor general y de los específicos en la relación entre inteligencia y rendimiento escolar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Almeida, L. S., Guisande, M. A., Primi, R., & Lemos, G.   
Segunda, 01 Março 2010 15:46

Los tests psicológicos, y en especial los tests de inteligencia, a pesar de toda la controversia y críticas a las que están frecuentemente expuestos, siguen siendo relevantes para la práctica psicológica (Almeida, Diniz, Pais, & Guisande, 2006; Deary, Strand, Smith, & Fernandes, 2007; Diniz, Almeida, & Pais, 2007; Watkins, Lei, & Canivez, 2006). En los contextos escolares, los tests de inteligencia complementan la evaluación de los programas educativos y, en particular, apoyan la consulta psicológica en los casos de dificultades de aprendizaje y de orientación vocacional.

 in http://hdl.handle.net/10174/1809

 
A escola e a construção das estruturas da inteligência da criança. PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Orly Zucatto Mantovani de Assis   
Sábado, 27 Fevereiro 2010 22:36

Neste artigo, apresentamos resultados de pesquisas realizadas com crianças de 7 a 9 anos, apoiando-nos nos pressupostos da teoria piagetiana - que fundamenta a compreensão das relações entre ensino, aprendizagem e desenvolvimento - objetivamente verificar se a escola proporciona, verdadeiramente, aos seus alunos, a oportunidade de desenvolverem plenamente sua personalidade, a construção da inteligência, da moralidade, contribuindo para a formação de um cidadão apto a cooperar, ser solidário e capaz de empreender transformações sócio-culturais.

 

 
O Mito da Inteligência Emocional PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por A.H. Fuerstenthal   
Sexta, 19 Fevereiro 2010 21:42

Em tempos remotos, quando a humanidade ainda não tinha embarcado no entretenimento por meios tecnológicos, o único jeito para superar o tédio do cotidiano sóbrio era a fuga para o mundo da fantasia. Esse mundo era habitado por seres milagrosos, assim como, por exemplo, os dragões, os vampiros, as sereias e uma esfinge.
Para o setor romântico da psicologia moderna, sob a sábia orientação do psiquiatra Carl Gustav Jung, estas criaturas mitológicas são simples combinações de impressões reais.
Crocodilos com asas de morcego, morcegos com almas mal intencionadas de aristocratas perversos, jovens cantoras com rabos de peixe, uma mulher faminta e sofisticada com corpo de leoa. Nada de revelações de outro mundo, e sim apenas a mistura de percepções, facilmente recriada por qualquer ser contemporâneo infantil ou adulto, normal ou debilóide, que tenha o dom da imaginação.

Com toda a tecnologia à disposição, a alma contemporânea não perdeu a força criativa nem a pretensão mitológica. Nesse contexto surgiu a Inteligência Emocional do Sr. Daniel Goleman.

Aliás, o autor, tendo adquirido um Ph.D. em Psicologia pela Universidade de Harvard, sabe ornar sua proposta mitológica com amplas referências a relacionamentos humanos. Mesmo assim, a inteligência emocional é uma fuga para o mundo da fantasia.

Ora, o impacto da emoção sobre a inteligência, ou seja, sobre o uso do raciocínio, é reconhecido desde o início do pensamento psicológico. Referimo-nos às idéias dos sábios orientais e dos pré-socráticos. Sempre se soube que as paixões confundem o pensamento. Seja desejo, seja repulsa, seja medo, seja rancor, seja melancolia, seja euforia, seja qualquer outro estado emocional, eles esquentam a cabeça e são, portanto, antagônicos ao raciocínio lógico. De fato a inteligência emocional é a contradição em termos.

A única emoção que é favorável à atividade mental é o interesse. Mesmo assim, o interesse em si não é inteligente, mas apenas estimula a concentração e o esforço mentais. Na sua casuística em torno da inteligência emocional, Goleman mostra claramente do que se trata. Um dos seus exemplos se refere ao caso de um brutalhão bêbado que assusta e ameaça todos os ocupantes de um vagão de metro. Um dos presentes, treinado em artes marciais, já se apronta para enfrentar o monstro. Mas outro, frágil e idoso, chama o beligerante para o assento vazio ao seu lado e o envolve numa conversa sobre assuntos fortuitos de comum interesse, indo de bebidas a esposas. O perturbador da paz entra no diálogo e revela momentos trágicos da sua vida. Tudo acaba em harmonia, simpatia e lágrimas. O autor não perde a oportunidade de caracterizar o procedimento como exercício brilhante de inteligência emocional.

Será que é isto mesmo? Não é simplesmente a observação e interpretação bem racional de um estado emocional de outro indivíduo, seguidas por uma manobra esperta para amenizar aquele estado? Mas, se a suposta inteligência emocional se resume na manipulação da emocionalidade alheia, por que o autor não usa esta, a verdadeira fórmula, como título da sua tese?

Bem, há uma diferença entre escrever um livro e escrever um best seller. O público, na sua maior parte, não se interessa pelo desenvolvimento equilibrado e correto de idéias, qualquer que seja o seu conteúdo. O que adora encontrar, desde tempos homéricos, é o surpreendente, o extraordinário, o supernatural, o quase impossível. Quer assistir à encarnação do paradoxo, ao nascimento do mito. Não é de admirar que a inteligência emocional, sendo um tal paradoxo, promete se tornar o mito do século.

Contudo, apesar de todas as objeções, o Sr. Goleman não deixa de ser um grande psicólogo prático, no sentido de um manipulador perfeito da humanidade. Basta pensar na legião de indivíduos com cursos escolares incompletos, com vestibulares abandonados, com iniciativas mal sucedidas, em suma, indivíduos cuja experiência de vida os marcou como portadores de pouco potencial intelectual.

Com o advento da inteligência emocional, o cenário desses infelizes mudou radicalmente. Agora, basta ter algum sucesso social, ser aceito como bom companheiro, simpático, inofensivo, divertido, para entrar como membro de nova aristocracia mental. Pensando bem, a obra que lança o conceito da inteligência emocional merece mais do que um mero best seller. Merece algo como prêmio da salvação daquele setor da humanidade que até então viveu condenado ao purgatório da insignificância.

Este artigo é um dos capítulos que compõem o livro Psico-Crítica do Cenário Contemporâneo, de A.H. Fuerstenthal, publicado pela Editora Tama.

 
Como os mapas mentais expandem a sua inteligência PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Virgílio Vasconcelos Vilela   
Sexta, 19 Fevereiro 2010 12:24

Mapas mentais são ferramentas, entre outras coisas, de pensamento, de organização, de visualização, de integração de conhecimentos. Assim como uma ferramenta comum expande sua força física e em geral sua capacidade de realizar consertos e produzir objetos, também os mapas mentais expandem sua inteligência nesses aspectos. Este artigo mostra algumas das possibilidades que tornam isso concreto e real.

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