Inteligência e Testes de QI
     
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Superdotação : estudo comparativo da avaliação dos processos cognitivos através de testes psicológicos e indicadores neurofisiológicos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Simonetti, Dora Cortat   
Terça, 09 Março 2010 11:43

Estudando superdotação, e concebendo esta como associada a um alto nível de inteligência, o interesse potencial da nossa investigação foi ponderar os contributos das ciências neurais na identificação e descrição da superdotação. Partimos do objetivo de investigar a realização de tarefas cognitivas verbais e espaciais por adolescentes avaliados como superdotados através de testes de QI utilizando, como sinal psicofisiológico, a atividade cerebral e como técnica, o eletroencefalograma quantitativo com mapeamento cerebral. Objetivamos verificar se a representação neurológica se diferencia em adolescentes: superdotados e não superdotados. Uma atenção especial foi prestada à caracterização dos 77 participantes, na faixa de 11 a 14 anos, alunos de programas de atendimento a talentosos (Vitória, Espírito Santo, Brasil). Todos foram submetidos à avaliação psicométrica, escala WISC-III e, considerando critérios psicológicos, foram selecionados 15 sujeitos para o exame eletroencefalográfico, distribuídos em dois grupos: experimental, com QI igual ou superior a 130; e de comparação, com QI acima de 100 e não superior a 120. O registro eletroencefalográfico ocorreu ao mesmo tempo em que esses alunos realizavam tarefas cognitivas verbais e espaciais. Foi também dada particular atenção aos instrumentos e procedimentos a respeitar na avaliação das funções cognitivas, quer na base da psicometria, quer na base da neuropsicologia. Os resultados podem ser assim sumarizados: no grupo dos superdotados foi contínua a predominância de alfa, percentil frequencial sempre superior, alta amplitude, na realização de ambas as tarefas, o que não observamos no grupo comparação. A localização das ondas cerebrais se deu, predominantemente, nas áreas occipital, pré-frontal e frontal, com dominância do hemisfério esquerdo para os dois grupos. Os resultados confirmam as hipóteses de que existe uma relação entre o quociente intelectual, a frequência e a amplitude das ondas alfa durante a resolução das tarefas e que o EEGQ dos superdotados mostrou alto poder de alfa (menos atividade mental), não observado no grupo comparação. A importância atual da convergência de modelos no estudo da superdotação, dada a sua complexidade, merece ser destacada, ainda que o nosso esforço neste estudo se tenha confinado à psicometria e à neurofisiologia.

Fonte: Tese de doutoramento em Educação (ramo de conhecimento em Psicologia da Educação), http://repositorium.sdum.uminho.pt/handle/1822/9218

Clique para ler a tese "Superdotação : estudo comparativo da avaliação dos processos cognitivos através de testes psicológicos e indicadores neurofisiológicos".

 
Inteligência geral e conhecimento específico no Futebol PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Costa, João Carlos Viana Cunha   
Terça, 09 Março 2010 10:59

A investigação actual vem realçando a importância dos processos cognitivos nas acções realizadas no âmbito dos Jogos Desportivos Colectivos, em virtude das características complexas da sua intervenção. Entre os requisitos considerados fundamentais, o conhecimento específico da modalidade parece possuir um peso importante na performance desportiva. Contudo, a existência dum elevado nível de conhecimento poderá não garantir uma elevada prestação, se os caminhos de circulação de informação não estiverem optimizados e se o jogador não for capaz de adaptar e reordenar a sua intervenção em cada momento de jogo.No âmbito da avaliação do conhecimento específico em Jogos Desportivos Colectivos, os protocolos têm privilegiado, simultaneamente, a análise da prontidão e da qualidade da resposta, através de inquéritos de resposta múltipla.No presente estudo pretende-se analisar e comparar a forma como a inteligência geral dos jogadores de Futebol e o seu conhecimento específico do jogo se relacionam.

Mais especificamente, pretende-se: avaliar e comparar a Inteligência geral e o conhecimento específico do jogo em jovens praticantes de Futebol segundo os respectivos estatutos posicionais e nível competitivo; e contrastar a percepção do treinador, face à capacidade de decisão e ao conhecimento específico do jogo dos seus jogadores, com os resultados obtidos pelos seus jogadores nos testes de inteligência geral e do conhecimento específico do jogo.Para tal, foram utilizados o teste de atenção de Toulouse-Piéron, o teste das figuras Idênticas de Thurstone e as Matrizes Progressivas de Raven, para avaliar os processos cognitivos gerais dos jovens Futebolistas, bem como o protocolo de avaliação do conhecimento específico do jogo construído por Mangas (1999) e aperfeiçoado por Correia (2000). Estes instrumentos foram aplicados a uma amostra de 44 praticantes federados de futebol de diferentes níveis competitivos, com uma média de idades de 16.00±0.53 para o grupo de nível competitivo ...

Fonte: Dissertação de Mestrado em Ciência do Desporto, área de especialização em Desporto para Crianças e Jovens, apresentada à Faculdade de Ciências do Desporto e de Educação Física da Universidade do Porto: http://repositorio-aberto.up.pt/handle/10216/9930

 
Contribuciones del factor general y de los específicos en la relación entre inteligencia y rendimiento escolar PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Almeida, L. S., Guisande, M. A., Primi, R., & Lemos, G.   
Segunda, 01 Março 2010 15:46

Los tests psicológicos, y en especial los tests de inteligencia, a pesar de toda la controversia y críticas a las que están frecuentemente expuestos, siguen siendo relevantes para la práctica psicológica (Almeida, Diniz, Pais, & Guisande, 2006; Deary, Strand, Smith, & Fernandes, 2007; Diniz, Almeida, & Pais, 2007; Watkins, Lei, & Canivez, 2006). En los contextos escolares, los tests de inteligencia complementan la evaluación de los programas educativos y, en particular, apoyan la consulta psicológica en los casos de dificultades de aprendizaje y de orientación vocacional.

 in http://hdl.handle.net/10174/1809

 
A escola e a construção das estruturas da inteligência da criança. PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Orly Zucatto Mantovani de Assis   
Sábado, 27 Fevereiro 2010 22:36

Neste artigo, apresentamos resultados de pesquisas realizadas com crianças de 7 a 9 anos, apoiando-nos nos pressupostos da teoria piagetiana - que fundamenta a compreensão das relações entre ensino, aprendizagem e desenvolvimento - objetivamente verificar se a escola proporciona, verdadeiramente, aos seus alunos, a oportunidade de desenvolverem plenamente sua personalidade, a construção da inteligência, da moralidade, contribuindo para a formação de um cidadão apto a cooperar, ser solidário e capaz de empreender transformações sócio-culturais.

 

 
O Mito da Inteligência Emocional PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por A.H. Fuerstenthal   
Sexta, 19 Fevereiro 2010 21:42

Em tempos remotos, quando a humanidade ainda não tinha embarcado no entretenimento por meios tecnológicos, o único jeito para superar o tédio do cotidiano sóbrio era a fuga para o mundo da fantasia. Esse mundo era habitado por seres milagrosos, assim como, por exemplo, os dragões, os vampiros, as sereias e uma esfinge.
Para o setor romântico da psicologia moderna, sob a sábia orientação do psiquiatra Carl Gustav Jung, estas criaturas mitológicas são simples combinações de impressões reais.
Crocodilos com asas de morcego, morcegos com almas mal intencionadas de aristocratas perversos, jovens cantoras com rabos de peixe, uma mulher faminta e sofisticada com corpo de leoa. Nada de revelações de outro mundo, e sim apenas a mistura de percepções, facilmente recriada por qualquer ser contemporâneo infantil ou adulto, normal ou debilóide, que tenha o dom da imaginação.

Com toda a tecnologia à disposição, a alma contemporânea não perdeu a força criativa nem a pretensão mitológica. Nesse contexto surgiu a Inteligência Emocional do Sr. Daniel Goleman.

Aliás, o autor, tendo adquirido um Ph.D. em Psicologia pela Universidade de Harvard, sabe ornar sua proposta mitológica com amplas referências a relacionamentos humanos. Mesmo assim, a inteligência emocional é uma fuga para o mundo da fantasia.

Ora, o impacto da emoção sobre a inteligência, ou seja, sobre o uso do raciocínio, é reconhecido desde o início do pensamento psicológico. Referimo-nos às idéias dos sábios orientais e dos pré-socráticos. Sempre se soube que as paixões confundem o pensamento. Seja desejo, seja repulsa, seja medo, seja rancor, seja melancolia, seja euforia, seja qualquer outro estado emocional, eles esquentam a cabeça e são, portanto, antagônicos ao raciocínio lógico. De fato a inteligência emocional é a contradição em termos.

A única emoção que é favorável à atividade mental é o interesse. Mesmo assim, o interesse em si não é inteligente, mas apenas estimula a concentração e o esforço mentais. Na sua casuística em torno da inteligência emocional, Goleman mostra claramente do que se trata. Um dos seus exemplos se refere ao caso de um brutalhão bêbado que assusta e ameaça todos os ocupantes de um vagão de metro. Um dos presentes, treinado em artes marciais, já se apronta para enfrentar o monstro. Mas outro, frágil e idoso, chama o beligerante para o assento vazio ao seu lado e o envolve numa conversa sobre assuntos fortuitos de comum interesse, indo de bebidas a esposas. O perturbador da paz entra no diálogo e revela momentos trágicos da sua vida. Tudo acaba em harmonia, simpatia e lágrimas. O autor não perde a oportunidade de caracterizar o procedimento como exercício brilhante de inteligência emocional.

Será que é isto mesmo? Não é simplesmente a observação e interpretação bem racional de um estado emocional de outro indivíduo, seguidas por uma manobra esperta para amenizar aquele estado? Mas, se a suposta inteligência emocional se resume na manipulação da emocionalidade alheia, por que o autor não usa esta, a verdadeira fórmula, como título da sua tese?

Bem, há uma diferença entre escrever um livro e escrever um best seller. O público, na sua maior parte, não se interessa pelo desenvolvimento equilibrado e correto de idéias, qualquer que seja o seu conteúdo. O que adora encontrar, desde tempos homéricos, é o surpreendente, o extraordinário, o supernatural, o quase impossível. Quer assistir à encarnação do paradoxo, ao nascimento do mito. Não é de admirar que a inteligência emocional, sendo um tal paradoxo, promete se tornar o mito do século.

Contudo, apesar de todas as objeções, o Sr. Goleman não deixa de ser um grande psicólogo prático, no sentido de um manipulador perfeito da humanidade. Basta pensar na legião de indivíduos com cursos escolares incompletos, com vestibulares abandonados, com iniciativas mal sucedidas, em suma, indivíduos cuja experiência de vida os marcou como portadores de pouco potencial intelectual.

Com o advento da inteligência emocional, o cenário desses infelizes mudou radicalmente. Agora, basta ter algum sucesso social, ser aceito como bom companheiro, simpático, inofensivo, divertido, para entrar como membro de nova aristocracia mental. Pensando bem, a obra que lança o conceito da inteligência emocional merece mais do que um mero best seller. Merece algo como prêmio da salvação daquele setor da humanidade que até então viveu condenado ao purgatório da insignificância.

Este artigo é um dos capítulos que compõem o livro Psico-Crítica do Cenário Contemporâneo, de A.H. Fuerstenthal, publicado pela Editora Tama.

 
Como os mapas mentais expandem a sua inteligência PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Virgílio Vasconcelos Vilela   
Sexta, 19 Fevereiro 2010 12:24

Mapas mentais são ferramentas, entre outras coisas, de pensamento, de organização, de visualização, de integração de conhecimentos. Assim como uma ferramenta comum expande sua força física e em geral sua capacidade de realizar consertos e produzir objetos, também os mapas mentais expandem sua inteligência nesses aspectos. Este artigo mostra algumas das possibilidades que tornam isso concreto e real.

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Exceptional intelligence linked with bipolar disorder? PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Carlos Simões   
Sexta, 19 Fevereiro 2010 12:15

Study reveals that high-achievers are far more likely to be manic depressives. Scientists have for the first time found powerful evidence that genius may be linked with madness. Speculation that the two may be related dates back millennia, and can be found in the writings of Aristotle, Plato and Socrates. Aristotle once claimed that "there is no great genius without a mixture of madness", but the scientific evidence for an association has been weak - until now.

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Inteligência na infância pode ser benéfica para o coração PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Carlos Simões   
Sexta, 19 Fevereiro 2010 00:13

As crianças inteligentes parecem ser menos propensas a problemas cardíacos. A conclusão é de um estudo segundo o qual a inteligência infantil tem um efeito indirecto na saúde cardíaca na idade adulta.

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