Inteligência e Testes de QI
     
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Inteligência artificial popperiana PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Schuler, Joao Paulo Schwarz   
Quarta, 26 Janeiro 2011 09:28

A inteligência tem sido estudada como fruto de evolução biológica. Nas últimas centenas de milhões de anos, a inteligência tem evoluído juntamente com a biologia. Essa conclusão pode ser obtida ao analisar o comportamento das criaturas que emergiram assim como a sua capacidade de armazenar e processar informação. A evolução gerou criaturas possuidoras de cérebros com grande poder de adaptação. Partindo-se do pressuposto que a inteligência humana é resultado de um processo evolutivo paulatino que ocorreu ao longo de milhões de anos, faz sentido tentar repetir os mesmos passos dados ao longo da evolução da inteligência artificialmente. A evolução oferece uma rota que vai desde tipos de mentes simples até tipos de mentes mais complexas apresentando um caminho de características e capacidades que evoluíram ao longo do tempo. No presente trabalho, acredita-se que esse caminho seguido pela evolução é uma boa fonte de inspiração para a geração de inteligência artificial. De acordo com Dennett, um tipo de mente que apareceu ao longo da evolução é a mente popperiana que aprende as regras do ambiente e tem a capacidade de imaginar ou planejar estados futuros permitindo que ela se adapte com facilidade a novas e inesperadas situações. Sendo assim, modela-se e implementa-se um agente popperiano capaz de aprender as regras do seu ambiente e planejar ações futuras baseando-se no seu aprendizado. Por fim, são implementados dois protótipos de agentes popperianos para resolver problemas distintos e observa-se a capacidade dos agentes popperianos em se adaptar às condições do seu meio para alcançar seus objetivos.

Fonte: http://hdl.handle.net/10183/5901

Clique aqui para ler "Inteligência artificial popperiana"

 
INTELIGÊNCIA, ESCOLARIZAÇÃO E IDADE PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Almeida, Leandro S.   
Quarta, 26 Janeiro 2011 09:12

Ainda que haja controvérsias com a definição e a medida da inteligência (número e estrutura da organização), as investigações apontam que o desenvolvimento cognitivo está associado com a idade e a escolaridade, embora não se saiba exatamente qual a influência única de cada uma dessas variáveis. Da resposta a esta pergunta decorre uma implicação prática no tipo de normas que os testes de inteligência apresentam na infância e na adolescência. Neste estudo analisaramse os dados de uma amostra representativa de alunos portugueses (7a e a 9ª série) na Bateria de Provas de Raciocínio sugerindo-se que a série escolar tem um maior impacto no desempenho, ao mesmo tempo que o impacto da idade não é linear Assim, parece mais adequado tomar a série escolar que a idade dos alunos na fase da adolescência na elaboração de normas de grupo em testes de inteligência.

Fonte: http://hdl.handle.net/10174/1811

Clique aqui para ler "INTELIGÊNCIA, ESCOLARIZAÇÃO E IDADE: NORMAS POR IDADE OU SÉRIE ESCOLAR?"

 
Medir a inteligência da emoção PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Barata, Fernanda de Fátima de Matos Sobral Mendes   
Quarta, 26 Janeiro 2011 09:07

Medir a inteligência da emoção: Uma operacionalização empírica da inteligência emocional.

Fonte: http://repositorio.ispa.pt/handle/10400.12/341

Clique aqui para ler "Medir a inteligência da emoção: Uma operacionalização empírica da inteligência emocional."

 
Quociente de Inteligência e Aquisição de Leitura PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Ana Cláudia Bortolozzi Maia   
Terça, 17 Agosto 2010 10:27

O estudo foi desenvolvido para investigar a relação entre QI, medido pelo teste de inteligência WISC, e a aquisição de leitura de palavras simples. Cinqüenta e seis alunos, de ambos os sexos, de 7 a 15 anos, do Ciclo Básico de alfabetização de uma escola pública, foram avaliados em leitura e no WISC, no início e no final do ano letivo. Os alunos, em geral, apresentaram níveis aumentados de QI e de aquisição de leitura na segunda avaliação, entretanto, sem correlação entre essas variáveis; o QI mostrou-se ineficiente para prever sucesso ou fracasso na aquisição de leitura. Os dados sugerem a necessidade de mais investigações sobre o uso de testes de inteligência na avaliação psicológica, no contexto educacional.

Anexo(s)
 QI e Leitura[ ]184 Kb
 
As relações interpessoais da criança sobredotada PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Bernardo, Carla Alexandra Albano   
Quinta, 08 Abril 2010 10:44

A sensibilidade e o interesse crescentes pela problemática da sobredotação e dos alunos sobredotados justificam-se pelos avanços e pela maior difusão social dos temas da psicologia e da educação. Por exemplo, aceita-se mais facilmente a diversidade e a diferenciação humana, assim como o direito à co-existência e respeito dessa mesma diferença e individualidade. (Winner, 1996). Ganha sentido, no âmbito de uma política socioeducativa de igualdade de oportunidades, que a escola - dita agora uma escola inclusiva - se preocupe com os seus alunos mais capazes e que deles possa esperar a excelência na sua aprendizagem e rendimento académico. Por outro lado, a problemática ganha maior visibilidade se atendermos a que, apesar das altas habilidades e elevados desempenhos em certas áreas cognitivas, vários destes alunos sobredotados passam despercebidos no sistema educativo ou, ainda, aparecem identificados apenas quando evidenciam particulares dificuldades de comportamento e de desenvolvimento. Muito naturalmente, a sobredotação deve ser enquadrada nas actuais políticas de integração escolar, mais concretamente no seio das "necessidades educativas especiais", e como tal pode fazer apelo a diferentes formas de actuação.

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Sobredotação: Uma Realidade / Um Desafio PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Helena Serra Fernandes et al   
Quinta, 08 Abril 2010 10:33

Ao longo do tempo, o conceito de sobredotação tem sofrido uma evolução desde definições que confinam a sobredotação às habilidades cognitivas (QI), até definições mais alargadas que incluem múltiplas áreas de capacidade e actividade humana. Uma das teorias mais respeitadas na actualidade vem do pesquisador americano Joseph Renzulli.

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Da identificação às respostas educativas para alunos sobredotados PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Miranda, Lúcia do Rosário Cerqueira de   
Terça, 09 Março 2010 12:32

Entre as medidas educativas para os alunos com características de sobredotação encontram-se os programas de enriquecimento. Podendo estes programas ocorrer fora do espaço escolar, Renzulli (1977; Renzulli & Reis, 1985) propõe que uma das formas de escola atender a estes alunos passa pela implementação dos mesmos programas nos tempos e espaços escolares. Segundo estes autores, os programas de enriquecimento devem ser vistos numa sequência de maior exigência e selecção dos alunos de forma a evitar os falsos positivos e os falsos negativos no momento da identificação e do encaminhamento destes alunos para níveis sucessivos de complexidade de actividades. Assim, um primeiro nível, o programa pode generalizar-se a toda a população discente visando a descoberta de interesses e motivações para certos temas. Um segundo nível poderá dirigir-se a 15 a 20% dos alunos mais capazes, no sentido de com eles se trabalhar processos cognitivos e métodos de resolução de problemas. Finalmente, um terceiro nível do programa, atende-se entre 3 a 5% dos alunos, aproximando-nos já da taxa de alunos sobredotados considerada internacionalmente. Com este enquadramento teórico, avançamos na concepção do programa Odisseia destinado a alunos do 2º Ciclo do Ensino Básico. Um primeiro nível (Odisseia 5/I) (n=135) foi aplicado a todos os alunos que, na altura, frequentavam a escola em questão e o programa proporcionou aos alunos o contacto com diversos temas e assuntos de forma a estimular e a motivar os alunos para as fases seguintes do programa. Na segunda fase deste programa tomou-se uma subamostra desses alunos (n=68) considerando-se aqui os critérios de pontuação no percentil 75 nas provas de criatividade, aptidão e motivação, ou, ainda, a avaliação do rendimento escolar pelos professores e a motivação dos próprios alunos. O programa Odisseia 6/II promoveu competências de resolução de problemas criativos, de desenvolvimento de estudos de investigação e de relacionamento interpessoal, para numa fase seguinte, os que apresentavam alta capacidade, criatividade e motivação pudessem participar no Programa Odisseia 6/III (n=9). Este último nível estruturou-se na base do desenvolvimento de projectos de investigação na área de interesse de cada aluno. A avaliação do programa considerou variáveis cognitivas (criatividade e aptidão), variáveis motivacionais (metas académicas) e o rendimento escolar, comparando alunos com e sem programa, e dentro dos alunos com programa o grau de aprofundamento decorrente do nível do programa em que participaram. Ao mesmo tempo, considerou-se as percepções dos professores e directores da Escola. Os resultados obtidos parecem contrastar a informação recolhida pelos métodos qualitativas face aos quantitativos havendo sinais de claro aproveitamento por parte dos alunos, professores e directores, ainda que nem sempre reflectido em mudanças nos desempenhos dos alunos nos testes formais usados na avaliação. Mesmo assim, as análises apontaram para ganhos dos alunos ao nível do raciocínio abstracto, da fluência e elaboração verbal, da fluência, elaboração e originalidade figurativa, e, ainda, apesar dos resultados não assumirem valores estatisticamente significativos, nas metas de aprendizagem e no rendimento escolar face aos alunos do grupo de comparação. Pelo envolvimento conseguido por parte dos professores e dos directores da escola, bem como pela fácil adesão dos alunos às actividades propostas do programa, o programa de enriquecimento escolar Odisseia justificará o aparecimento de outros programas com características e objectivos similares para atendimento dos alunos mais capazes em contexto escolar, assegurando a igualdade de oportunidades educativas no quadro de uma escola que se pretende inclusiva.

Fonte: Tese de Doutoramento em Psicologia - Ramo do Conhecimento em Psicologia da Educação, http://hdl.handle.net/1822/8943

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Teste das Matrizes Progressivas Coloridas de Raven: Estudos psicométricos e normativos com crianças dos 4 aos 6 anos PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Sílvia Manuela dos Reis Brites   
Terça, 09 Março 2010 11:58

A Inteligência inclui a capacidade mental de raciocinar, resolver problemas, planear, compreender ideias e aprender, sendo tradicionalmente examinada por instrumentos de avaliação fundamentados do ponto de vista teórico, psicométrico e normativo. O incremento de instrumentos disponíveis que possibilitem precocemente, em idades pré-escolares, a avaliação da inteligência corresponde no nosso país a uma necessidade sentida pelos profissionais. O teste das Matrizes Progressivas Coloridas de Raven (MPCR; Raven, 1947; Simões, 2000) é um dos instrumentos de avaliação da inteligência não verbal mais utilizados neste contexto. Porém, em Portugal não existem estudos publicados com esta prova em idade pré-escolar. Na presente investigação foi observada uma amostra de 210 crianças, de ambos os sexos, com desempenho escolar normal e frequência do pré-escolar e primeiro ciclo, oriundas de 8 agrupamentos de escolas do Distrito de Leiria, maioritariamente provenientes de escolas públicas, com o objectivo de estudar as características psicométricas e obter dados normativos numa faixa etária entre os 4 anos e 0 meses e os 6 anos e 11 meses. Para efeitos de estratificação da amostra consideraram-se adicionalmente as percentagens nacionais relativas às áreas de residência (urbana/rural). Os estudos psicométricos incluíram o exame da precisão: (i) a estabilidade temporal testereteste com um intervalo de 3 semanas (r = .75); e (ii) a análise da consistência interna (alfa de Cronbach = .73). Os estudos de validade com o teste das MPCR foram realizados com base numa amostra de 25 crianças e no recurso a 2 subtestes da WPPSI-R (Quadrados e Vocabulário) (Wechsler, 2003), ao teste do Desenho da Figura Humana (DAP; Naglieri, 1988) e ao Rivermead Behavioural Memory Test for Children (RBMT-C; Wilson, Ivani-Chalian & Aldrich, 1991). As correlações mais elevadas foram observadas entre pontuações nas MPCR e os subtestes de Vocabulário (r = .65) e Quadrados (r = .56) da WPPSI-R, tendo sido obtidas correlações relativamente baixas com as pontuações no RBMT-C (r = .39) e DAP (r = .20). Do ponto de vista normativo e de acordo com o esperado é observado um incremento sistemático e progressivo dos resultados com a idade. Considerados globalmente, os resultados da presente investigação apontam para valores de precisão e validade aceitáveis, sugerindo que o teste das MPCR pode ser utilizado com utilidade nestas faixas etárias.

Fonte: Tese de Mestrado em Psicologia, área de especialização em Avaliação Psicológica apresentada à Faculdade de Psicologia e de Ciências da Educação da Universidade de Coimbra, http://hdl.handle.net/10316/12161

Clique para ler a tese "Teste das Matrizes Progressivas Coloridas de Raven: Estudos psicométricos e normativos com crianças dos 4 aos 6 anos"

 
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