Inteligência e Testes de QI
     
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Argumentos a favor da Existência de Diferenças de Inteligência entre as Raças Humanas PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Chris Brand   
Quinta, 22 Janeiro 2009 13:33

Nota: Esta é uma tradução literal que se encontrava disponível noutro site entretanto encerrado, que pela importância do assunto abordado considero dever continuar disponível on-line.  Nota: Para aprofundar o contexto por detrás deste discurso, visite o site do Prof Chris Brand em http://cycad.com/cgi-bin/Brand/. O livro que esteve na base de toda esta polémica "The g Factor - General Intelligence and its Implications" está disponível on-line no site: http://www.douance.org/qi/brandtgf.htm

Dez Argumentos a favor da Existência de Diferenças de Inteligência entre as Raças Humanas - e Por que Devemos dar as Boas-Vindas ao Realismo Racial

CHRIS BRAND (UNIVERSIDADE DE EDIMBURGO) PROPÕE:

" Esta Casa acredita que existem evidentes diferenças de inteligência entre as raças ".

Para a "Gonville Hall Debating Society" (Universidade de Cambridge)

Terça-feira, 28 de janeiro de 1997,

Sr. Presidente, eu estou em dívida perante Cambridge. Durante o ano de 1996, ganhei uma certa notoriedade por fazer o que eu chamo de observações "realistas" sobre raça, sexo, genes, QI e pedofilia. Em resultado de ter provocado a nova Polícia do Pensamento --os "politicamente correctos"-- o meu livro, The g Factor, foi retirado pelo meu editor-censor, John Wiley & Sons (Nova Iorque e Chichester); e eu fui suspenso das minhas actividades docentes e administrativas na Universidade de Edinburgh. No entanto, sociedades de estudantes da Universidade de Cambridge convidaram-me, por duas vezes, a discursar perante eles - apesar de eu ser um homem de Oxford! Estou-lhe agradecido, Sr. Presidente.

Ironicamente, quando me pediram da ultima vez para falar em Cambridge sobre raça e QI, eu recusei. Disse que seria irresponsável falar a uma audiência de não-especialistas em questões raciais sem antes ter coberto o tópico do próprio QI em profundidade razoável. Este ano é diferente. Eu não tenho nenhuma alternativa que não seja apresentar e apoiar os pontos de vista pelos quais fui vilificado. No entanto, eu irei apresentar o seguinte endereço na Internet onde poderão encontrar algum do sóbrio detalhe académico que eu tenho de omitir hoje à noite. Terei, também, todo o prazer em divulgar o endereço do de Darcus Howe no caso de ele o querer. Deixo o endereço web <http://cycad.com/cgi-bin/Brand/> com você, Sr. Presidente.

Se existem diferenças de fundo em qualquer qualidade humana importante é hoje um tópico dolorosamente delicado no Ocidente. Dois anos atrás, Sir Roger Bannister, o primeiro ser humano a percorrer uma milha em menos de 4 minutos, e um médico de distinção, provocou um frenesim nos média Ingleses por ter mencionando a verdade óbvia que os negros são superiores aos brancos a correr. No ano passado, a repetição por mim da observação, com mais de setenta anos, de que os brancos estão 15 pontos à frente dos negros em testes de QI foi o que mais interessou aos sabujos da imprensa britânica. Seguindo a retirada de meu próprio livro, a Wiley-EUA apressou-se a cancelar um livro por Arthur Jensen em que aquele eminente estudioso do QI estava precisamente a escrever os dois últimos capítulos - sobre raça.

E no entanto, o que acontece quando os meus pontos de vista conseguem ultrapassar os censores e alcançam o domínio púbico? Em Setembro, o meu artigo para negros progressistas --explicando que eu defendia que a educação que lhes é oferecida deveria respeitar os limites impostos pelo seu QI e a legislação deveria ser flexível ao ponto de permitir arranjos matrimoniais satisfatórios para eles (inclusive poligamia)--foi distribuído por 10,000 leitores da revista negra progressista Downlow (" música para a nação hip hop"). Bem, eu não recebi uma única carta ou e-mail ou telefonema de protesto. Quem quer censurar a mim ou Art Jensen, não são os negros nem mesmo negros que lêem revistas do tipo "black power" que endossam pontos de vista obviamente de racismo negro como Louis Farrakhan e "Ice Cube".

Vou agora enfrentar a questão factual que confronta esta Casa hoje; mas vou voltar à verdadeira fonte da exigencia em negar a existência de diferenças de fundo entre as raças.

A pergunta factual sobre diferenças raciais é uma que teria surpreendido muitos dos nossos antepassados culturais. Os hebreus da Bíblia eram certamente nacionalistas e aquilo que hoje seria considerado indubitavelmente "racistas". Contudo os judeus não se baseavam em qualquer realismo racial sobre as qualidades permanentes de outros povos de quem eles se mantiveram separados quando não a lutar contra eles abertamente. Também, os gregos apesar das suas próprias guerras e ímpeto imperialista não tinham nenhuma teoria racial. Teorizações sérias sobre temas raciais só se desenvolveram com o Iluminismo Europeu e a chegada de missionários Brancos e exploradores à própria África. David Hume, Immanuel Kant, Richard Burton (que traduziu o Karma Sutra), Friedrich Engels, Karl Marx, Francis Galton, H. G. Wells (herói do ex-deputado Michael Foot) e Winston Churchill estavam entre os muitos que aceitavam que existiam diferenças substanciais entre a mentalidade do negro e do branco. A chegada dos testes de QI da França depois de 1910 permitiu a primeira demonstração séria da veracidade desta visão. Ao mesmo tempo, os investigadores que administravam estes testes encontraram outros resultados interessantes entre grupos raciais e étnicos: Os judeus têm consistentemente um QI que, com a média de 117, é marcadamente superior às outras populações caucasianas; e os povos da Ásia Oriental têm QI's médios na ordem de QI 105-110. Estas diferenças são de um modo geral tal como Galton as estimou em 1869 e em linha com a frequência com que são atribuídos Prémios Nobel a pessoas dos diferentes grupos: por exemplo, os judeus (3% da população de EUA) contam com 27% dos americanos laureados com prémios Nobel. Nas palavras de Darwin (1871, A Descendência do Homem): "As raças diferem... em constituição, no seu grau de aclimatização e no seu grau de vulnerabilidade perante certas doenças. As suas características mentais são igualmente muito distintas...." O que a psicometria do vigésimo-século alcançou é a capacidade de medir de forma fidedigna o que permite testar de forma objectiva as teorizações raciais.

As diferenças raciais mensuráveis são de fundo (provavelmente de origem genética) ao contrário da declaração infeliz da Organização das Nações Unidas de 1951

Existem dez linhas principais de evidência relevante.

1-Económico. Pobreza e baixa classe social não produzem grande ajuda do ponto de vista explicativo. Os judeus chegaram à América vindos da pobreza da Russia e Polónia, países flagelados pelos "pogrom" (massacres contra os Judeus organizados pelo regime Czarista) e não obstante, cedo se evidenciaram nas provas de capacidade mental e rapidamente prosperaram. O que acontece se nós hoje agruparmos crianças negras e brancas pelo rendimento dos seus pais? Isto reduz o habitual intervalo de 15 pontos-QI em cerca de 3 pontos apenas. (1)

2-Médico & educacional. Que dizer de outras características ambientais quando indexadas pelo nível de educação da mãe, falta de complicações de gravidez (por exemplo por causa de hábitos de droga) e o nível de saúde inicial da criança ? Novamente, emparelhando crianças negras e brancas de 3 anos nestas variáveis a diferença entre os QIs médios diminui de apenas 1 ou 2 pontos. (2)

3- Privação paterna. A situação do Pai-ausente foi avançada frequentemente pela ciência social como uma explicação para os problemas de crianças negras que caem na delinquência e fracasso escolar. (3) mas a diferença negro-branco não cresceu mais neste vigésimo século apesar da estrutura da família negra--antes mais estável que a dos Brancos--se ter desmoronando a partir de 1970 naquilo que é agora praticamente a norma entre os negros dos EUA- a família mono-parental.

4- Alienação/exclusão. E que dizer da desvantagem de crescer como parte de uma cultura diferente, falando uma forma de inglês não-standard e sofrendo hostilidade da cultura dominante por causa das suas diferenças? Afortunadamente para os estudiosos, este problema não aflige só os negros. Na Inglaterra, crianças paquistanesas são bilíngues, têm uma religião diferente e um código sexual diferente do dos seus anfitriões, e sofrem intensa hostilidade racial (frequentemente baseada na inveja do sucesso das suas famílias). Apesar destes impedimentos, o QI das crianças paquistanesas nunca foi um problema sendo um completamente normal 100 em crianças de famílias que vivem na Inglaterra há cinco ou mais anos; e, talvez por causa de trabalho duro, os estudantes paquistanêses têm uma performance um pouco melhor que as outras crianças britânicas na meia-adolescência. Ainda pior para a "tese da alienação", são as crianças que nascem surdas-mudas e que têm QIs completamente normais em testes não-verbais: Nascidas maioritariamente de pais sem problemas auditivos, estas crianças crescem num ambiente de incompreensão no qual até mesmo os mais próximos e mais queridos se atravessam frequentemente à sua frente e os etiquetavam como "stupidos"; contudo o QI deles está a níveis caucasianos normais. Talvez o pior de tudo para a tese da alienação, são os japonêses da Califórnia, que depois de experimentar um século de preconceito racial (que os proibiu de frequentar igrejas, piscinas e sindicatos) deram por si a ser cordialmente detestados depois da Batalha de Pearl Harbour e colocados em "campos de realojamento" no deserto Californiano Oriental. Subsequentemente eles foram libertados com a condição de não voltar às suas casas e negócios arruinados e eles deslocaram-se para o Leste dos EUA. O resultado de toda esta discriminação racial é bem conhecido (4): Os japoneses americanos estão sobre-representados em todas as profissões liberais, têm uma taxa de criminalidade quase tão baixa quanto os judeus, e foram premiados com milhões de dólares como compensação pela forma como os seus direitos civis foram violados nos anos 40.

5-Psicometria. Nos anos 70, foi criada uma moda à volta da suposição de que os testes de QI devem ser de alguma maneira injustos para as crianças negras. Ainda nenhum critério emergiu pelo qual esta suposição pudesse ser demonstrada - excepto claro, a mesma diferença de QIs médios que a teoria da injustiça pretende explicar. Os Testes de QI têm as mesmas propriedades psicométricas (confiabilidades, correlações entre as partes componentes) quer para negros quer para brancos de inteligência semelhante; e, longe de se concentrar tendenciosamente nas fraquezas especiais dos negros, a verdade é que estes testes sobre-estimam a performance dos negros em actividades académicas e profissionais. (5) Alguns testes psicológicos são melhores a medir a inteligência do que outros - eles se correlacionam de forma mais evidente com outros testes de capacidade mental; e alguns testes psicológicos produzem uma pontuação relativamente melhor para crianças negras; mas estes não são os mesmos testes - As crianças negras têm uma performance superior precisamente naqueles testes (memória de curto-prazo, velocidade de reacção simples, "bead threading") que não medem essencialmente a inteligência geral.

6-Engenharia psico-social. Programas do tipo "Head Start" foram, durante muito tempo, anunciados pelos média como sendo capazes de desacreditar a visão hereditarista sobre as diferenças raciais. Mas além um anormal custo anual de $10,000 dólares por criança eles não conseguiram alcançar um ganho duradouro de QI - e normalmente os únicos ganhos observados eram aqueles que se poderiam esperar ensinando directamente a fazer os testes (i.e. desde o jardim de infância as crianças eram familiarizadas com os tipos de material e problemas usados nos testes de capacidades mentais). (6) Depois de 30 anos de esforço nos EUA, os estudiosos mais próximos das correntes mais populares (mainstream) concluem que aqueles programas tiveram um ligeiro impacto positivo nas taxas de delinquência (presumivelmente devido à atmosfera acolhedora que foi oferecida às crianças em idade pré-escolar) mas não os efeitos a longo prazo em inteligência e realização social que se antecipavam tão ansiosamente.

7- Contribuição genética Caucasiana. Muitos Negros de EUA têm um certo grau de contribuição genética Caucasiana que pode ser estimada em grupos pela frequência de ocorrência do gene de Duffy - um gene existente em todos os caucasianos e em virtualmente nenhum negro puro. No único estudo até à data, os negros Californianos (de quem 23% têm o gene de Duffy) têm um QI médio de 90 nos testes do Exército dos EUA; em contraste, os Negros georgianos (de quem só 11% tinham o gene) obtiveram cerca de 80. Do mesmo modo, em testes efectuados na própria África - onde a contribuição Caucasiana é de longe menor - os scores observados andam ao nível de 70 pontos-QI. Ultimamente, testes efectuados no Soweto deram um QI negro médio de 57; e testes efectuados em Israel com judeus negros da Etiópia deram um QI de 70. (7) O resultado mais recente foi obtido por um psicólogo negro no Zimbabwe: ele seleccionou 200 crianças representativas do Zimbabwe que obtiveram um score médio à volta de QI- 67 considerando que as crianças brancas das zonas mais desfavorecidas de Londres obtiveram uma média de 95. (8) Em contraste, crianças refugiadas da Coreia do norte e do Vietnam que foram adoptadas por famílias belgas obtiveram um QI de 110 em 1994 - dez pontos mais alto que as normas belgas modernas.

8- Heritabilidade dentro do grupo. Dentro de cada um dos três grupos raciais principais--entre os brancos, negros e leste-asiáticos - os gémeos idênticos são substancialmente mais semelhantes um ao outro do que os gémeos fraternais (que compartilham em média só 50% das variações genéticas humanas). Seria surpreendente e seria necessário recorrer a alguma explicação especial se diferenças que eram principalmente genéticas quando ocorrem dentro de raças se tornam largamente ambientais quando ocorrem entre raças. (Desnecessário é dizer, que no momento nenhuma explicação desse tipo foi avançada, quanto mais provada.)

9- "In-Breeding Depression" vs Diferença Branco-Negro (B-N). (In-Breeding Depression é a deterioração da qualidade genética que ocorre quando a reprodução se dá exclusivamente dentro de um grupo de elementos geneticamente muito semelhantes) Uma indicação de que uma característica é herdada por genes dominantes é provida quando os níveis dessa característica são reduzidos através do matrimónio entre primos - um fenómeno chamado "Inbreeding depression" Algumas provas de capacidade mental mostram da forma mais evidente esta depressão de "inbreeding" do que outros, e são precisamente estes testes aqueles aonde são mais evidentes as diferenças entre negros e brancos nos níveis de performance: desempenho inferior por parte dos negros ocorre precisamente nos testes onde os genes dominantes são mais influentes. (9)

10 - Estudos de adopção. O principal estudo recente de adopção envolveu crianças negras, mestiças e brancas em Minnesota que foram adoptadas por famílias brancas. Quinze anos atrás, quando as crianças tinham à volta de 7 anos de idade, parecia que os adoptados negros tinham um QI de 95. Isto elevou a esperança dos "ambientalistas"; mas nos anos 90 transpirou que nos finais da adolescência, os adoptados Brancos tinham em média um QI de 106, os mestiços um QI médio de 99 e os negros um QI de 89.(10) Como é habitual, o ambiente de alta qualidade providenciado pelos pais adoptivos tinha ajudado que todas as crianças obtivessem um QI ligeiramente mais alto que é normal para os grupos raciais; mas as diferenças raciais entre eles só tinham diminuído de forma temporária e não permanentemente. (Nos modernos trabalhos em psicogenética é muito comum observar que as influências ambientais sobre a inteligência que são fortes na infância acabam por deixar de ter influencia na adolescência e no estado adulto.

Sr. Presidente, em 1933, um debate de intensidade incomum teve lugar na União de Oxford. Uma moção de objectivos muito claros foi rejeitada por aquela Casa. Era "Que esta Casa lutaria pelo Rei e pela Pátria". O Sr. Hitler ouviu falar desta rejeição com evidente agrado, e dentro de seis anos os oponentes daquela moção estavam a comer as suas próprias palavras enquanto lutavam contra o homem com quem os pacifistas tinham pensado que a paz podia ser feita.

Da mesma maneira que os anos 30 ficaram marcados pelo apogeu do pacifismo britânico, também os anos 90 marcam um novo pico - oxalá o mais alto - do Politicamente Correcto (PC), o movimento que é a verdadeira fonte das exigências que as diferenças de fundo entre as raças humanas sejam negadas a todo o custo. Embora o Partido Trabalhista britânico hoje reconheça a necessidade do "fast track learning" (que defende que as crianças sejam educadas com base nas suas capacidades e não em confronto com elas), as forças do PC dizem "Não!". A ideologia PC favorece o egualitarismo, não a liberdade--quer para pais quer para as crianças. A ideologia PC teima em tratar as crianças de acordo com as suas idades cronológicas sem respeito pela realidade psicológica das suas idades mentais.

Entrincheirados nos média, nas editoras e muitas universidades, a esquerda liberal PC completou a sua "longa marcha até às instituições". O Comunismo caiu em descrédito mas o PC continua a exigir um igualitarismo irrealista a todo o custo. Em irmandade com o denominado "pós-modernismo" e "construtivismo" que negam a existência de realidades como raça, sexo e diferenças de QI , a proposição dos PC é a de que, mesmo que essas realidades existissem, seria indelicado falar delas--e o pessoal PC tornará a questão "impolítica", como o meu próprio caso mostra. Para eles o Racismo deverá ser desafiado pelo encorajamento da ignorância - por "ignoracismo". Estranhamente, os anos que viram crescer o "anti-racismo", "ignoracismo" e "afirmative action" (discriminação positiva) foram um desastre para o cidadão negro médio. Nos E.U.A., um jovem negro em cada três está na prisão em qualquer determinado momento, cinquenta por cento da população prisional são negros; e a percentagem de nascimentos fora do casamento atingiu níveis nunca vistos. Ninguém se atreve a dizer que o racismo diminuiu!

Hoje à noite os olhos de um novo autoritarismo estão a observar esta Casa. O PC teve um ano em cheio: Suprimiu dois livros e deixou os académicos com medo de discutir qualquer assunto relacionado com raça. Hoje à noite, o PC espera que esta Casa se oponha a esta moção para que possa continuar o seu despótico, trabalho de auto-engrandecimento que não serve de qualquer utilidade quer a negros quer a brancos. Existem diferenças de fundo, de inteligência, entre as raças. Não há nenhuma razão para as temer. Há toda a razão para as reconhecer nas escolas para o beneficio de *todos *. Eu urjo esta Casa para rejeitar a histeria PC, falar a verdade e apoiar esta moção.

FIM DO DISCURSO PROPOSTO

NOTAS

Subsequentemente, Darcus Howe não mostrou nenhum sinal de desejar ter os seus pontos de vista colocados no Website que indiquei. Exemplos dos seus " argumentos " são como segue. (a) Os Brancos têm que compensar a escravatura. (b) Os títulos universitários de Nelson Mandela e a recente atribuição de Prémios Nobel da Literatura a negros mostram que não pode haver nenhuma diferença intrínseca de inteligência entre negros e brancos. O Sr Howe expressou por duas vezes o desejo de me assassinar.

As perguntas de estudantes eram largamente dirigidas a mim. Isto permitiu-me aprofundar os argumentos 5, 8 e 9 que tinham sido omitidos do discurso por causa de considerações de tempo. A uma alegação de que os testes de QI não eram fiáveis, eu expliquei que uma experiência que consistiu em reaplicar um teste a uma amostra representativa de soldados canadianos após um intervalo de 40 anos apresentou uma correlação entre o teste e o "re-teste" de 0.78. (11) .A uma sugestão de que a inteligência é múltipla, e não unitária, eu referi o trabalho notável do principal seguidor de Louis Thurstone (ele próprio o primeiro psicólogo a argumentar a favor da existência de múltiplas e independentes dimensões da capacidade mental), John Carroll. Numa recente compilação do trabalho da sua vida o factor "g" reina supremo. (12) Ao argumento de Darcus Howe de que os brancos deveriam continuar a sentir-se responsáveis pela escravatura africana, eu mostrei que (a) os primeiros escravos enviados para as plantações americanas eram na sua maioria brancos e que isso não parece ter alimentado a sua ira; (b) que os negros e árabes eram eles próprios tão importantes como os brancos na organização deste comercio; (c) que brancos puseram fim ao comércio de escravos apesar das implorações de países negros para que ele continuasse; (d) que pelo menos um país negro, a Mauritânia, ainda tem meio milhão de escravos (de acordo com a Sociedade Anti-escravidão britânica, 1991).(13)

Não houve nenhum discurso final, mas espero que algo do "Finale" que eu desejaria tenha sido conseguido durante a fase das questões.

FINAL de CRB

Sr. Presidente, todos os homens são iguais em três sentidos importantes--perante o Deus da Bíblia e o do Alcorão, perante Darwin (porque somos todos, igualmente, sobreviventes da evolução) e perante a lei nas sociedades Ocidentais. Não desejo de modo nenhum persuadir esta Casa do contrário.

Porém, tal igualdade no sentido lato não significa que as pessoas sejam semelhantes, ou mesmo que sejam semelhantes em tudo aquilo que realmente tem importância. Alguns homens, são fisicamente fracos; enquanto outros são atléticos. Algumas raparigas não são dotadas de grande beleza. Algumas pessoas têm o "ritmo no sangue" enquanto outros não. O mesmo é verdade das diferenças entre grupos: Os homens negros dominam de forma clara no boxe, basquetebol e atletismo; homens e mulheres brancos dominam no remo e natação; e nem negros nem brancos parecem muito interessados em desafiar os lutadores de Sumo ou alimentar esperanças no ténis de mesa.

Naturalmente, todos nós tentamos ser sensíveis naquilo que dizemos sobre as diferenças entre as pessoas. Nenhuma mulher se põe a falar do esplêndido tamanho do equipamento sexual de outro homem quando está com o seu próprio namorado indiferentemente equipado. Algumas pessoas até conspiram para ajudar os desfavorecidos a acreditar que o tamanho do pénis não tem importância, ou que as raparigas gordas se divertem mais.

Não obstante, todos nós evitamos mentiras obvias sempre que podemos; e especialmente quando nos pedem um conselho sério sobre as potencialidades de um amigo. Nunca aconselhamos pesos-pluma a discutir sobre namoradas com Mike Tyson. Não aconselhamos meninas a participar em alpinismo ou corridas de automóveis. De forma mais particular poucos formulariam dispendiosas políticas sociais com base em mentiras óbvias.

E no entanto esta é a posição em que se encontra o Ocidente depois de trinta anos de progressivo "anti-racismo", "ignoracismo" e PC. O sistema de ensino foi "burrificado" para que as crianças mais brilhantes sejam mantidas na mediocridade de forma a parecer que todos os alunos estão a ter sucesso. As quotas raciais nos E.U.A. discriminam de forma evidente contra as crianças asiáticas e judias. O Racismo permanece igual a si próprio e não diminuiu nem sequer na opinião dos arquitectos do "anti-racismo". Perante tantos disparates, é tempo para voltar a respeitar os indivíduos, praticar politicas cegas à cor e contar a verdade. Por tudo isto é que esta Casa deve suportar esta moção esta noite.

FIM DE FINAL de CRB

O resultado do Debate, obtido pelo método da mão no ar, foi que a moção sofreu uma pesada derrota. (Uma mão ergueu-se a sinalizar o seu apoio logo seguida de muitas contra. Ninguém se lembrou de contar as abstenções, mas elas foram provavelmente cerca de 35.)

Se a audiência de 98 estava comprada ou não, não se sabe. Subsequentemente veio a saber-se que o Debate não tinha sido anunciado na "Varsity" (o jornal dos estudantes universitários de Cambridge).

A minha reacção era de alívio por ter mantido a minha posição em todas as discussões em que participei - embora em verdade os meus oponentes estavam, surpreendentemente, tão mal informados que tudo se tornou muito fácil. Por outro lado, é assustador observar a expansão do "anti-racismo" emocional e completamente irracional até mesmo para uma universidade respeitável como Cambridge. Sem duvida muitos dos que estavam na audiência desejavam anunciar de forma evidente a sua simpatia pelos negros como "underdogs" (coitadinhos); mas eu mantenho que tanto os "underdogs" como os "overdogs" merecem ser tratados de forma realista e não com condescendência. Na ausência de realismo, nós *Todos* sofremos--notavelmente na arena educacional, mas também de forma mais ampla no sentido em que o "anti-racismo" irá de forma segura fomentar o racismo puro e duro (de momento principalmente o racismo negro , mas o racismo branco vai regressar com pontualidade se estes "anti-racistas" persistirem no que vêem fazendo).

Talvez o pior de tudo, foi que o debate revelou de forma marcante a repugnância de psicólogos e biólogos em tomar parte em qualquer debate público sobre raça e QI: Praticamente nenhum membro do staff de Cambridge apareceu para o Debate, e nenhum me apoiou ou votou na moção. Aqui a "Liga Anti-Nazi" pode se felicitar: não assustou a faculdade de Gonville & Caius, nem a polícia de Cambridge nem eu; mas assustou virtualmente todos os que são pagos pelo contribuinte britânico para dizer a verdade sobre psicologia humana.

Eu tentarei lidar com as críticas e questões genuínas levantadas por pessoas que mostrem familiaridade com esta discussão e com as referências relevantes que estão listadas abaixo nas Notas Finais. (Todas estas referências são facilmente acessíveis. Não se pretende que a lista esteja completa mas que indique pontos chave de partida para qualquer um interessado em seguir a actual controvérsia sobre raça & QI.)

REALISMO RACIAL

Como uma nota final para este episódio, deixe-me anunciar um desenvolvimento feliz para os partidários do Factor g. O problema de terminologia para a posição assumida por Phil Rushton, Richard Lynn e eu próprio alcançou uma solução. Nós acordamos os três em nos descrever como realistas raciais - enquanto acentuamos de forma clara que nós não temos preconceitos raciais e não propomos qualquer forma de discriminação racial e como tal não somos racistas no sentido da utilização que é dada todos os dias a esse termo (veja NewsLetters for May, 1996).

NOTAS FINAIS / REFERÊNCIAS

1 JENSEN, . R. (1980). Bias in Mental Testing, pp. 42-3, 57-9. London : Methuen.

(Or see BRAND, C. R., 1996, "The "g" Factor", Chapter 1, pp. 38-9. Chichester, UK : Wiley DePublisher.)

2 MONTIE, Jeanne E. & FAGAN, J.F., III (1988). "Racial differences in IQ: item analysis of the Stanford-Binet at 3 years." Intelligence 12, 315-332.

3 HERMAN, Ellen (1995). The Romance of American Psychology: Political Culture in the Age of Experts. Berkeley, CA : University of California Press.

4 VERNON, P.E. (1982). The Abilities and Achievements of Orientals in North America. New York : Academic.

5 REYNOLDS, C. R. & BROWN, R. T. (eds) (1984). "Perspectives on Bias in Mental Testing." New York : Plenum. (Or see BLINKHORN, S. (1985). "Dispatched from the trenches." Nature 313, 24 i, 328-329.)

6 SPITZ, H. (1986). The Raising of Intelligence: A Selected History of Attempts to Raise Retarded Intelligence. Hillsdale, NJ : Lawrence Erlbaum Associates. (And BRAND, C. R., 1996, "The "g" Factor", Chapter 4, pp. 129-134. Chichester, UK : Wiley DePublisher.)

7 OWEN, K. (1992). "The suitability of Raven"s Standard Progressive Matrices for various groups in South Africa." Personality & Individual Differences 13, 149-160.

8 ZINDI, F. (1994). "Differences in psychometric performance." "The Psychologist 7", xii, 549-552.

9 RUSHTON, J. P. (1996). Review of The Bell Curve. Personality & Individual Differences, c. ix.

10 See LYNN, R. (1994). "Some reinterpretations of the Minnesota transracial adoption study." Intelligence 19, 1, 21-27.

11 SCHWARTZMAN, A.E., GOLD, D., ANDRES, D. ARBUCKLE, T.Y. & CHAIKELSON, J. (1987). "Stability of intelligence: a forty-year follow-up." Canadian Journal of Psychology 41, 244-256.

12 CARROLL, J.B. (1993). Human Cognitive Abilities: A Survey of Factor-Analytic Studies. Cambridge, UK : Cambridge University Press. (Or see BRAND, C. R., 1993, "The importance of the g factor." Times Higher Educational Supplement, 1094, 22 x, p. 22.)

13 D"SOUZA, Dinesh (1995). The End of Racism: Principles for a Multiracial Society, pp. 111-2. New York : Free Press. /



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