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As relações interpessoais da criança sobredotada PDF Versão para impressão Enviar por E-mail
Escrito por Bernardo, Carla Alexandra Albano   
Quinta, 08 Abril 2010 10:44

A sensibilidade e o interesse crescentes pela problemática da sobredotação e dos alunos sobredotados justificam-se pelos avanços e pela maior difusão social dos temas da psicologia e da educação. Por exemplo, aceita-se mais facilmente a diversidade e a diferenciação humana, assim como o direito à co-existência e respeito dessa mesma diferença e individualidade. (Winner, 1996). Ganha sentido, no âmbito de uma política socioeducativa de igualdade de oportunidades, que a escola - dita agora uma escola inclusiva - se preocupe com os seus alunos mais capazes e que deles possa esperar a excelência na sua aprendizagem e rendimento académico. Por outro lado, a problemática ganha maior visibilidade se atendermos a que, apesar das altas habilidades e elevados desempenhos em certas áreas cognitivas, vários destes alunos sobredotados passam despercebidos no sistema educativo ou, ainda, aparecem identificados apenas quando evidenciam particulares dificuldades de comportamento e de desenvolvimento. Muito naturalmente, a sobredotação deve ser enquadrada nas actuais políticas de integração escolar, mais concretamente no seio das "necessidades educativas especiais", e como tal pode fazer apelo a diferentes formas de actuação.

Toda a educação deve ter como objectivo fundamental a promoção da excelência e o desenvolvimento máximo do potencial humano em todas as áreas de realização, atendendo às características e necessidades de cada aluno em particular. Não podemos, então, considerar a educação dos sobredotados como uma questão de elitismo ou de segregação, pois tanto seria injusto tratar de modo diferente aqueles que são iguais, como tratar de modo igual aqueles que são diferentes (Tourón & Reyero, 2000). O estudo da sobredotação, especificamente no nosso país, tem sido alvo de um crescente interesse e esforço por parte da comunidade científica. Ainda assim, assiste-se em Portugal a uma relativa inércia nas mudanças operadas no terreno da educação dos sobredotados, ainda que se vislumbre um interesse e esforço políticos em especificar linhas orientadoras ou directrizes nesta matéria. O caso da precocidade do desenvolvimento psicológico, e a possibilidade de uma entrada antecipada na escola, ilustra uma área em que a legislação educacional apresenta, no nosso país, alguma atenção educativa diferenciada aos alunos sobredotados.

Disponível em: http://purl.net/esepf/handle/10000/68

Descarregar PDF: http://repositorio.esepf.pt/bitstream/handle/10000/68/PG-EE-2008CarlaBernardo.pdf



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